Prótese

A prótese deve ser escovada após as refeições usando apenas sabão neutro; pode ser usado, também, creme dental, porém com menor frequência. Existem no mercado pastilhas efervescentes próprias para a limpeza da dentadura. Nunca devem ser usados materiais abrasivos ou ácidos.

A principal vantagem é que, no protocolo, a prótese fica fixa e não se movimenta na mastigação, enquanto na overdenture a prótese é apenas retida pelos implantes e fica apoiada na mucosa bucal, podendo fazer pequenos movimentos na mastigação.

Estética

Sim. Qualquer pessoa pode ter seus dentes clareados, desde que ele estejam íntegros, sem muitas restaurações.

As moléculas de oxigênio são liberadas em uma reação de oxidação do gel de peroxido de hidrogênio, penetram nos canalículos do esmalte e da dentina, e quebram as moléculas dos pigmentos causadores das manchas. O gel de clareamento pode ser aplicado pelo paciente no clareamento caseiro ou pelo dentista, no consultório. A diferença destes dois modos de clareamento está na concentração do gel clareador e na rapidez do processo de clareamento dental.

Não, mas talvez as restaurações antigas precisem ser trocadas, uma vez que as restaurações não sofrem ação dos clareadores, parecerão mais escuras frente aos dentes clareados, causando desarmonia estética.

Sedação

O controle clínico e farmacológico do paciente submetido a procedimentos com sedação venosa (medicamentosa) é um ato médico devidamente regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina. As resoluções CFM 1802/06, CFM 1409/94 e CFM 1670/93 determinam de forma bastante clara as condições mínimas de segurança para o acompanhamento dos pacientes durante procedimentos ambulatoriais nos quais a presença do anestesiologista se faz necessária.

Dr Rogério Bonissato - Anestesista

A sedação venosa para a odontologia consiste na presença de um profissional devidamente capacitado (Médico Anestesiologista) em um ambiente (Sala cirúrgica) provido de uma rede interna de oxigênio, monitores (ECG +oximetria de pulso + pressão arterial + desfibrilador) e medicações. Estes fármacos administrados por via venosa, proporcionam ao paciente sensação de tranqüilidade, sonolência, analgesia, além da oportunidade de se administrar antibióticos e antiinflamatórios para alivio da dor no pós-operatório. Faz-se necessário lembrar que a presença do profissional transmite segurança e conforto não apenas ao paciente como para toda a equipe cirúrgica na eventualidade de uma intercorrência clinica.

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Anestesia local: é a injeção regional de anestésico realizada pelo dentista;

Sedação consciente: diminuição do nível de consciência induzido por drogas na qual o paciente fica tranqüilo e dormindo durante o procedimento e não se recorda do que acontece durante o ato – semelhante à realizada em procedimentos  endoscópicos;

Anestesia geral: inconsciência induzida por drogas endovenosas e/ou inalatórias e realizada somente em ambiente hospitalar.

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É fundamental que o paciente passe por uma avaliação pré-anestésica pelo médico anestesiologista, preferencialmente antes da data marcada para o procedimento cirúrgico. Após a avaliação do paciente (anamnese, exames complementares e risco cirúrgico) o anestesista pode identificar aqueles pacientes que podem ser submetidos à sedação venosa.

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O tempo de duração de uma sedação deverá ser proporcional ao tempo estimado para a intervenção cirúrgica. Pode-se dizer que o anestesiologista é o “guardião do paciente” durante o ato cirúrgico.

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A anestesia evoluiu muito nas três últimas décadas, de modo a permitir a realização de procedimentos cirúrgicos cada vez mais complexos. A questão do risco dependerá muito do estado clínico do paciente; isto é, de doenças e fatores de risco pré-existentes.

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Os anestésicos podem causar alguns efeitos colaterais, porém nem sempre são observados durante e após uma anestesia. Os mais comuns são náuseas e vômitos. Também podem acontecer calafrios e tremores.

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Normalmente, utilizamos benzodiazepínicos de curta duração (p.ex. Dormonid®) e/ou hipnóticos (p.ex. propofol); associados a pequenas doses de opióides (p.ex. fentanil, dolantina). Podemos utilizar também um agonista α2-adrenérgico (p.ex. clonidina) que além do efeito sedativo e analgésico, reduz a pressão arterial e a salivação.

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É necessário que o paciente possa caminhar com o mínimo de auxílio. A dor pós-operatória e o sangramento devem ser mínimos ou ausentes. O paciente deverá estar acompanhado por um responsável que poderá receber as orientações pós-operatórias verbalmente e por escrito.

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